Seu carro voltou pior do que entrou?
A oficina, a concessionária ou a seguradora diz que o problema é seu? Quem decide não é quem fala mais alto, mas quem consegue provar. A MARRA faz a apuração técnica.
Três situações que a gente vê toda semana
O reparo não resolveu
O carro voltou com o mesmo problema ou com outro. Pode haver peça cobrada e não trocada, serviço não realizado ou falha pouco depois da retífica.
A garantia foi negada
A cobertura é negada por mau uso, falta de manutenção ou peça não original. A origem da falha pode ser outra, e isso é verificável.
A cobertura foi recusada
A recusa se apoia em um laudo que você não conseguiu contestar, com termos técnicos sem explicação clara.
Como funciona
- Etapa 1
Você conta o que aconteceu: marca, modelo, ano e o que o carro fez.
- Etapa 2
Analisamos documentos, histórico e informações do caso.
- Etapa 3
Dizemos com clareza se existe base técnica, inclusive quando a resposta é não.
- Etapa 4
Havendo base, indicamos o caminho técnico adequado para o seu caso.
O que fazemos e o que não fazemos
Fazemos a apuração técnica. Examinamos o veículo, as peças, os documentos e o histórico. Depois, explicamos com clareza o que aconteceu e por quê.
A MARRA não é escritório de advocacia e não entra com ação. Quem decide o caso é o juiz, com base nas provas apresentadas.
Saber antes de gastar
Entrar em uma disputa sem saber se a falha é demonstrável custa tempo e dinheiro. A análise prévia mostra se existe base técnica antes de você seguir. Às vezes a resposta é não, e saber disso também evita gasto.
O que guardar agora, antes de qualquer coisa
Reparar de novo apaga a prova. Antes de autorizar qualquer serviço novo, guarde tudo abaixo.
- A peça trocada. Peça para a oficina devolver e não aceite descarte.
- Ordem de serviço, orçamento e nota fiscal, inclusive os recusados.
- Fotos do painel com luzes acesas, do hodômetro e do local do defeito.
- Datas de entrada e saída da oficina.
- Conversas por escrito. Print de WhatsApp vale, áudio some.
Ainda não tenho advogado
Sem problema. A análise técnica pode vir antes. Assim, você chega ao advogado sabendo o que tem em mãos, e ele avalia o caso com base em fatos apurados.
Conta o que aconteceu
Marca, modelo, ano e o que o carro fez. É por aí que começa.